
Esse é de Belém do Pará. Marcos chegou à Terra da Luz ainda criança, mas foi lá, na Terra das Mangueiras, que começou o gosto pela fotografia. Seu avô de criação pôs em suas mãos uma Yashica com todas as lentes e filtros. O moleque de oito anos ficava maravilhado tentando entender como daquela caixinha escura saíam tantas plásticas. Agora, o sorriso era eterno; o passarinho era congelado em pleno vôo; menino correndo em gritaria, e até a bola, mesmo em direção ao gol vazia fazia balançar a rede só com a imaginação. A arte veio do berço.
Em Fortaleza, fez cursos na área de fotografia e edição de imagens (photoshop) na Casa amarela e Senac. Estagiou no laboratório de fotografia da Faculdade Integrada do Ceará – FIC, onde está se graduando em Jornalismo. Já trabalhou como assistente do fotógrafo Drawlio Joca, aprofundando seus conhecimentos em luz, estúdio, produção, maquiagem, publicidade e fotojornalismo. Hoje, a convite da fotógrafa Fernanda Oliveira, voltou à FIC trabalhando como técnico de fotografia do laboratório da faculdade.
Com alma de criança (Daí a tatoo nas costas) e apaixonado pelos poemas de Mario Quintana e Rubem Alves ele vê a fotografia como arte que se lê com a alma.
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