segunda-feira, 24 de maio de 2010

Operário da luz


O fascínio pelas imagens o levou a entrar no mundo da fotografia através da Editora Tempo d’ Imagem em 1995. Trabalhando para os fotógrafos Celso Oliveira, Tiago Santana e Tibico Brasil ganhou a experiência e amizade dos caras. Em 2002 montou o banco de imagem Local Foto com o acervo inicial dos três mestres. Hoje são mais de 40 profissionais no acervo. A partir de então coordenou, produziu e editou publicações como: Na palma do Olho de Carlinhos Alcântara, Quem somos nós de Celso Oliveira, Santa Terezinha - O morro de uma cidade da fotógrafa Fernanda Oliveira, Nação Jaguaribe de Gustavo moura, Rumo Norte da jornalista natércia Rocha e Docas do Mucuripe de Paulo Gutemberg e Sérgio Carvalho.
Também trabalha como freelancer para Transpetro, Petrobrás, Cemec, Coelce, Governo do Estado do Ceará, Instituto Airton Senna, e agências de publicidades e assessorias de comunicação locais.
Hoje desenvolve paralelo as atividades de produtor e coordenador editorial o projeto Cococi através do coletivo Local Foto com os fotógrafos Henrique Torres, Sérgio Carvalho e Fernanda Oliveira.

Arte de Berço


Esse é de Belém do Pará. Marcos chegou à Terra da Luz ainda criança, mas foi lá, na Terra das Mangueiras, que começou o gosto pela fotografia. Seu avô de criação pôs em suas mãos uma Yashica com todas as lentes e filtros. O moleque de oito anos ficava maravilhado tentando entender como daquela caixinha escura saíam tantas plásticas. Agora, o sorriso era eterno; o passarinho era congelado em pleno vôo; menino correndo em gritaria, e até a bola, mesmo em direção ao gol vazia fazia balançar a rede só com a imaginação. A arte veio do berço.

Em Fortaleza, fez cursos na área de fotografia e edição de imagens (photoshop) na Casa amarela e Senac. Estagiou no laboratório de fotografia da Faculdade Integrada do Ceará – FIC, onde está se graduando em Jornalismo. Já trabalhou como assistente do fotógrafo Drawlio Joca, aprofundando seus conhecimentos em luz, estúdio, produção, maquiagem, publicidade e fotojornalismo. Hoje, a convite da fotógrafa Fernanda Oliveira, voltou à FIC trabalhando como técnico de fotografia do laboratório da faculdade.

Com alma de criança (Daí a tatoo nas costas) e apaixonado pelos poemas de Mario Quintana e Rubem Alves ele vê a fotografia como arte que se lê com a alma.

Com ou sem lente


Felipe é cearense da gema. Fotografa há três anos. É graduado em filosofia pela Faculdade Católica de Fortaleza e hoje é estudante de jornalismo da Faculdade Integrada do Ceará - FIC. Além dos cliques, também trabalha com Assessoria de Comunicação com vasta experiência na área. Adora literatura, cinema e está sempre antenado no que anda na vanguarda da fotografia.

Sua história com essa arte começou cedo. Quando criança fotografava a praia de Lagoinha no Ceará, explorando, como quem nada quer, toda a beleza do local. Anos depois, em 2006, quando estudante de filosofia, foi fisgado por uma exposição no Centro Cultural Dragão do Mar, em Fortaleza. Passou uma semana “gazeando” as aulas de Ética e Metafísica da faculdade para apreciar o olhar fotográfico do francês Pierre Verger. Daqueles dias, percebeu: “Estava apaixonado pela fotografia”. Um ano depois voltou a fotografar a praia de infância, só que desta vez, com uma diferença: levou com ele uma prima que fazia 15 anos. O Book deu certo!!! Em pouco tempo, e com equipamento próprio, ele já fazia trabalhos freelancer do gênero, e ainda pautas jornalísticas no campo empresarial com fotos e textos. O bacana de toda essa história é que ele nunca esquece o "miolo" da arte: “Fotografo o dia inteiro, tudo o que vejo... Nem sempre com minha câmara! ;)”.